No final do primeiro trimestre deste ano, o desemprego em Espanha ultrapassou a fasquia psicológica de quatro milhões de pessoas. De acordo com os dados do Inquérito de População Activa, hoje divulgados em Madrid, o número de desempregados espanhóis atingiu, em finais de Março, 4.010.700, equivalente a 17,3 por cento da população activa, o valor mais alto da última década.
As previsões governamentais inscritas no Orçamento de Estado apontavam para este ano uma taxa de desemprego de 15,9 pontos percentuais.
A variação interanual é, ainda, mais brutal. Nos últimos 12 meses, o desemprego afectou mais de 1,8 milhões de espanhóis, com uma destruição de postos de trabalho superior a 1,3 milhões. O drama social tem outras variantes. Assim, em Março, segundo os valores agora divulgados, mais de um milhão de famílias, concretamente 1.068.400, tinham todos os seus elementos sem emprego.
Por sectores de actividade, os serviços concentraram o maior aumento de desempregados, cerca de 1,4 milhões, seguidos da construção com 743 mil. No entanto, esta actividade apresenta a maior variação de taxa anual de desemprego, com uma espectacular subida de 152,8 por cento. Depois da construção, segue-se o sector industrial, com mais de 373 mil novos desempregados, que, face ao último trimestre de 2008, registou a maior subida de desemprego: 29,54 pontos. Na agricultura, o número dos sem emprego chegou aos 170,5 mil.
Os dados divulgados permitem concluir que os que procuram o seu primeiro emprego subiram entre Março do ano passado e o final do último mês em 51,4 por cento. Aliás, o número de jovens desempregados aumentou em 85.400 para os de idades compreendidas entre 16 e 19 anos, enquanto na faixa etária dos 20 aos 24 anos, esta subida foi, nos últimos 12 meses, de 223.100. Já os desempregados entre os 25 e 54 anos duplicaram no último ano, quase chegando aos três milhões: 2.927.500.
“Os dados são maus e piores do que esperávamos”, admitiu a vice-presidente segunda do Governo e ministra da Economia, Elena Salgado. Esta responsável mostrou confiança de que, a partir do corrente mês de Abril, “haja uma clara inflexão e desaceleração na subida do desemprego”.
Por seu lado, Octávio Granado, secretário de Estado da Segurança Social, considerou que Espanha está “no epicentro da crise, no núcleo da tempestade”. Para Granado, os números de Abril serão melhores. “Deixamos para trás um trimestre muito mau, aliás o primeiro trimestre do ano é sempre mau, pelo que os próximos indicadores vão ser melhores em termos de emprego e filiação na Segurança Social”, assegurou.
in http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376351&idCanal=57
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Microsoft perde receitas pela primeira vez em 23 anos
O relatório trimestral da Microsoft divulgado hoje coloca a gigante dos computadores norte-americana numa má posição: a empresa registou uma perda de receitas pela primeira vez nos seus 23 anos de história, conseguindo um lucro líquido de 2,98 mil milhões de dólares (2,27, em euros) - o que representa um decréscimo de 32 por cento face ao mesmo período de 2008, onde os lucros se situavam nos 4,4 mil milhões (3,3, em euros).
No que diz respeito às receitas, passaram de 14,45 mil milhões de dólares (10,99, em euros) para 13,65 (10,38, em euros). De acordo com o documento, citado pela “Forbes”, a Microsoft teve um encargo de 290 milhões de dólares com os “lay-offs” entretanto anunciados e um prejuízo de 420 milhões de dólares (221, em euros) em investimento. Os resultados ficaram muito abaixo das expectativas dos analistas.
Recorde-se que a Microsoft pretende eliminar 5000 postos de trabalho até meados de 2010. A empresa está também a cortar as despesas com viagens e deslocações, a reduzir alguns projectos de expansão e a pagar menos aos trabalhadores a contrato.
Tanto os empresários como os consumidores em geral restringiram as compras no campo informático desde o início da crise económica, levando a quebras significativas no mercado dos computadores pessoais e, consequentemente, no “software”. Durante o trimestre, as vendas do sistema operativo Windows decresceram, agravando os resultados da empresa dos Estados Unidos.
in http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376294&idCanal=57
No que diz respeito às receitas, passaram de 14,45 mil milhões de dólares (10,99, em euros) para 13,65 (10,38, em euros). De acordo com o documento, citado pela “Forbes”, a Microsoft teve um encargo de 290 milhões de dólares com os “lay-offs” entretanto anunciados e um prejuízo de 420 milhões de dólares (221, em euros) em investimento. Os resultados ficaram muito abaixo das expectativas dos analistas.
Recorde-se que a Microsoft pretende eliminar 5000 postos de trabalho até meados de 2010. A empresa está também a cortar as despesas com viagens e deslocações, a reduzir alguns projectos de expansão e a pagar menos aos trabalhadores a contrato.
Tanto os empresários como os consumidores em geral restringiram as compras no campo informático desde o início da crise económica, levando a quebras significativas no mercado dos computadores pessoais e, consequentemente, no “software”. Durante o trimestre, as vendas do sistema operativo Windows decresceram, agravando os resultados da empresa dos Estados Unidos.
in http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1376294&idCanal=57
quarta-feira, 22 de abril de 2009
El FMI pone cifras a la Gran Recesión
Frente a quienes atisban los primeros signos de esperanza en la recuperación, los pesimistas son legión y todavía no se han equivocado en esta crisis. El FMI está entre el segundo grupo. El Fondo dibuja en su informe de primavera un panorama sombrío, con una caída del PIB mundial del 1,3% este año, mucho peor que sus estimaciones anteriores. Se trata de la recesión más profunda desde la II Guerra Mundial "por un amplio margen", según el Fondo. Son malas noticias. Más abajo sólo quedan los años de la Gran Depresión. El Fondo se alinea así con economistas como el estadounidense Paul Volcker, que ha bautizado la crisis actual como "la Gran Recesión".
in http://www.elpais.com/articulo/economia/FMI/pone/cifras/Gran/Recesion/elpepueco/20090422elpepueco_9/Tes
in http://www.elpais.com/articulo/economia/FMI/pone/cifras/Gran/Recesion/elpepueco/20090422elpepueco_9/Tes
segunda-feira, 23 de março de 2009
Stock Market: Up, up and Away!
Resultado do novo plano da Administração Obama para a compra de activos tóxicos:
DOW up 6.8% (about 500 points)
S&P 500 up 7.1% (54 points)
NASDAQ up 6.8% (almost 100 points)
http://www.calculatedriskblog.com/2009/03/stock-market-up-up-and-away.html
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=360164
DOW up 6.8% (about 500 points)
S&P 500 up 7.1% (54 points)
NASDAQ up 6.8% (almost 100 points)
http://www.calculatedriskblog.com/2009/03/stock-market-up-up-and-away.html
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=360164
Subscrever:
Mensagens (Atom)