terça-feira, 11 de maio de 2010

POPE BENEDICT XVI BEGINS A FOUR-DAY VISIT IN PORTUGAL

Benedict XVI arrived a few minutes after midday to Lisbon airport, where he was welcomed by the Head of State, Anibal Cavaco Silva, for his 4-day visit to the Portugal.

The Pope descended the steps of the plane followed by Vatican Secretary of State, Tarcisio Bertone.

The officially 88% Catholic country has been preparing for the Pope's visit. Posters and gigantic images with the Pope's photograph above the writing 'Bem-Vindo o Papa Bento XVI', 'Welcome to Pope Benedict XVI', line the streets of Lisbon, Fatima and Porto, the three stages of the visit by the Head of the Catholic Church, and the first to the country, where newspapers today are again dedicating dozens of pages to the event.

Three Portuguese TVs, one public and two private, two hours prior to the Pope's arrival have begun direct broadcasting of his visit and will continue to follow his every movement until Friday afternoon, when he leavees Porto to return to Rome. Today, Benedict XVI will celebrate a mass in the afternoon, on the Terreiro do Paco, the famous Lisbon square facing the river Tago, before tens of thousands of the faithful, in the presence of Socialist Premier Jose' Socrates.

Tomorrow, the Pope will go to Fatima, where already thousands of pilgrims have arrived, and where half a million faithful are expected, and on Friday he will be in Porto.

In the Marian sanctuary, the Pope is to celebrate a mass on Thursday, on the Cova da Iria esplanade, where according to Christian tradition on May 13 1917 the Blessed Virgin appeared for the first time to the three shepherds.

in http://www.ansamed.info/en/top/ME11.XAM15300.html

Papa quer cristãos empenhados na economia e na política

O Papa Bento XVI quer cristãos mais empenhados “no meio do mundo, na família, na cultura, na economia, na política” e menos preocupados com as “estruturas e programas eclesiais”, onde se terá por vezes colocado uma “confiança excessiva”.


Num cenário que tinha o rio Tejo por fundo, onde dezenas de barcos preenchiam a festa, o Papa afirmou: “A prioridade pastoral hoje é fazer de cada mulher e homem cristão uma presença irradiante da perspectiva evangélica no meio do mundo, na família, na cultura, na economia, na política.” E acrescentou: “Colocou-se uma confiança talvez excessiva nas estruturas e nos programas eclesiais, na distribuição de poderes e funções.”

Por isso, “é preciso voltar a anunciar com vigor e alegria o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo, coração do cristianismo, fulcro e sustentáculo da nossa fé”. Bento XVI acrescentou que esta é uma “alavanca poderosa” e um “vento impetuoso que varre qualquer medo e indecisão, qualquer dúvida e cálculo humano”. E assegurou que “nenhuma força adversa pode destruir a Igreja”.

Na sua homilia, o Papa referiu ainda, sobre a Igreja: “Sabemos que não lhe faltam filhos insubmissos e até rebeldes, mas é nos santos que a Igreja reconhece os seus traços característicos e, precisamente neles, saboreia a sua alegria mais profunda.”

O Tejo foi ainda o mote para Bento XVI, à semelhança do patriarca de Lisboa no início da missa, falar do papel de tantos portugueses na evangelização. De Lisboa, “partiram em grande número gerações e gerações de cristãos”. “Glorioso é o lugar conquistado por Portugal entre as nações pelo serviço prestado à dilatação da fé: nas cinco partes do mundo, há Igrejas locais que tiveram origem na missionação portuguesa”, acrescentou.

O Papa pediu ainda que os católicos portugueses participem com a sua identidade “cultural e religiosa” na construção da União Europeia.

Bento XVI utilizou várias vezes a expressão “homens e mulheres”, num reflexo de linguagem inclusiva pouco habitual. E momentos depois da homilia, a oração de consagração foi feita em latim, enquanto o Papa distribuía a comunhão a 35 pessoas seleccionadas, que tinham que se ajoelhar para o efeito. Uma prática que já não é habitual na Igreja.

in http://publico.pt/Sociedade/papa-quer-cristaos-empenhados-na-economia-e-na-politica_1436679

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Papa Bento XVI




O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.

Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.

O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande hostilidade contra a Igreja Católica. O jovem Joseph viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa.

Precisamente nesta complexa situação, descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo; fundamental para ele foi a conduta da sua família, que sempre deu um claro testemunho de bondade e esperança, radicada numa conscienciosa pertença à Igreja.

Nos últimos meses da II Guerra Mundial, foi arrolado nos serviços auxiliares anti-aéreos.

Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de Junho de 1951.
Um ano depois, começou a sua actividade de professor na Escola Superior de Freising.

No ano de 1953, doutorou-se em teologia com a tese «Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho». Passados quatro anos, sob a direcção do conhecido professor de teologia fundamental Gottlieb Söhngen, conseguiu a habilitação para a docência com uma dissertação sobre «A teologia da história em São Boaventura».

Depois de desempenhar o cargo de professor de teologia dogmática e fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, continuou a docência em Bonn, de 1959 a 1963; em Münster, de 1963 a 1966; e em Tubinga, de 1966 a 1969. A partir deste ano de 1969, passou a ser catedrático de dogmática e história do dogma na Universidade de Ratisbona, onde ocupou também o cargo de Vice-Reitor da Universidade.
De 1962 a 1965, prestou um notável contributo ao Concílio Vaticano II como «perito»; viera como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colónia.

A sua intensa actividade científica levou-o a desempenhar importantes cargos ao serviço da Conferência Episcopal Alemã e na Comissão Teológica Internacional.

Em 25 de Março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo de München e Freising. A 28 de Maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Foi o primeiro sacerdote diocesano, depois de oitenta anos, que assumiu o governo pastoral da grande arquidiocese bávara. Escolheu como lema episcopal: «Colaborador da verdade»; assim o explicou ele mesmo: «Parecia-me, por um lado, encontrar nele a ligação entre a tarefa anterior de professor e a minha nova missão; o que estava em jogo, e continua a estar – embora com modalidades diferentes –, é seguir a verdade, estar ao seu serviço. E, por outro, escolhi este lema porque, no mundo actual, omite-se quase totalmente o tema da verdade, parecendo algo demasiado grande para o homem; e, todavia, tudo se desmorona se falta a verdade».

Paulo VI criou-o Cardeal, do título presbiteral de “Santa Maria da Consolação no Tiburtino”, no Consistório de 27 de Junho desse mesmo ano.

Em 1978, participou no Conclave, celebrado de 25 a 26 de Agosto, que elegeu João Paulo I; este nomeou-o seu Enviado especial ao III Congresso Mariológico Internacional que teve lugar em Guayaquil (Equador) de 16 a 24 de Setembro. No mês de Outubro desse mesmo ano, participou também no Conclave que elegeu João Paulo II.

Foi Relator na V Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos realizada em 1980, que tinha como tema «Missão da família cristã no mundo contemporâneo», e Presidente Delegado da VI Assembleia Geral Ordinária, celebrada em 1983, sobre «A reconciliação e a penitência na missão da Igreja».

João Paulo II nomeou-o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de Novembro de 1981. No dia 15 de Fevereiro de 1982, renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de München e Freising. O Papa elevou-o à Ordem dos Bispos, atribuindo-lhe a sede suburbicária de Velletri-Segni, em 5 de Abril de 1993.

Foi Presidente da Comissão encarregada da preparação do Catecismo da Igreja Católica, a qual, após seis anos de trabalho (1986-1992), apresentou ao Santo Padre o novo Catecismo.

A 6 de Novembro de 1998, o Santo Padre aprovou a eleição do Cardeal Ratzinger para Vice-Decano do Colégio Cardinalício, realizada pelos Cardeais da Ordem dos Bispos. E, no dia 30 de Novembro de 2002, aprovou a sua eleição para Decano; com este cargo, foi-lhe atribuída também a sede suburbicária de Óstia.

Em 1999, foi como Enviado especial do Papa às celebrações pelo XII centenário da criação da diocese de Paderborn, Alemanha, que tiveram lugar a 3 de Janeiro.

Desde 13 de Novembro de 2000, era Membro honorário da Academia Pontifícia das Ciências.

Na Cúria Romana, foi Membro do Conselho da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados; das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Educação Católica, para o Clero, e para as Causas dos Santos; dos Conselhos Pontifícios para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e para a Cultura; do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica; e das Comissões Pontifícias para a América Latina, «Ecclesia Dei», para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canónico, e para a revisão do Código de Direito Canónico Oriental.

Entre as suas numerosas publicações, ocupam lugar de destaque o livro «Introdução ao Cristianismo», uma compilação de lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão de fé apostólica, e o livro «Dogma e Revelação» (1973), uma antologia de ensaios, homilias e meditações, dedicadas à pastoral.

Grande ressonância teve a conferência que pronunciou perante a Academia Católica Bávara sobre o tema «Por que continuo ainda na Igreja?»; com a sua habitual clareza, afirmou então: «Só na Igreja é possível ser cristão, não ao lado da Igreja».

No decurso dos anos, continuou abundante a série das suas publicações, constituindo um ponto de referência para muitas pessoas, especialmente para os que queriam entrar em profundidade no estudo da teologia. Em 1985 publicou o livro-entrevista «Relatório sobre a Fé» e, em 1996, «O sal da terra». E, por ocasião do seu septuagésimo aniversário, publicou o livro «Na escola da verdade», onde aparecem ilustrados vários aspectos da sua personalidade e da sua obra por diversos autores.

Recebeu numerosos doutoramentos «honoris causa»: pelo College of St. Thomas em St. Paul (Minnesota, Estados Unidos), em 1984; pela Universidade Católica de Eichstätt, em 1987; pela Universidade Católica de Lima, em 1986; pela Universidade Católica de Lublin, em 1988; pela Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha), em 1998; pela Livre Universidade Maria Santíssima Assunta (LUMSA, Roma), em 1999; pela Faculdade de Teologia da Universidade de Wroclaw (Polónia) no ano 2000.

in http://www.bentoxviportugal.pt/bentoxvi.asp

Convocados de Portugal para a fase final do Mundial-2010

Guarda-redes: Eduardo (Sp, Braga), Beto (FC Porto) e Daniel Fernandes (Iraklis);

Defesas: Duda (Málaga), Miguel (Valência), Paulo Ferreira (Chelsea), Ricardo Carvalho (Chelsea), Bruno Alves (FC Porto), Rolando (FC Porto), Pepe (Real Madrid), José Castro (Deportivo), Ricardo Costa (Lille) e Fábio Coentrão (Benfica);

Médios: Pedro Mendes (Sporting), Tiago (At. Madrid), Deco (Chelsea), Raul Meireles (FC Porto) e Miguel Veloso (Sporting);

Avançados: Simão (At. Madrid), Danny (Zenit), Liedson (Sporting), Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Nani (Manchester United) e Hugo Almeida (Werder Bremen)